Contos

Coração

 Ela caminhou pela calçada rua abaixo. Semana anterior, teria passado pelo mesmo trajeto rindo e correndo aos tropeços. Hoje se arrastava, passos curtos para não resvalar no petit pave, que debaixo de seus pés parecia mais ser de vitórias-régias num lago do que pedrinhas fundas no chão. A névoa encobria o destino, mas não a razão para a viagem.

 Úrsula fizera oito anos havia poucos meses, ganhara um belo relógio do avô. Trazia-o no bolso interno do casaco preto, o qual cobria o vestidinho volumoso que escondia boa parte das canelas. Mamãe vivia dizendo para ela deixar o apetrecho em casa, não era brinquedo e custava caro. Ela não se importava, o objeto dourado era dela, e o levava onde quer que fosse. O espremia contra o peito hoje. Mamãe agora a puxava firme pela mão, como fazia quando ia lhe dar um castigo.

 O caminho habitual começava numa avenida viva – lojas, escritórios e apartamentos grudados e atirados por cima das ruas, quase sem espaço para respirar. O bondinho parava lá. Então se virava à esquerda, seguia reto até o fim. As moradias, como que aliviadas, retrocediam em seu espaço, abriam os canteirinhos de seus jardins. Logo não eram mais unidas entre si, crianças e cães corriam aos redores. No fim da rua, de cerca viva e chafariz, a casa de tantas visitas.

 Curioso que, de todos os dias, no de hoje a rua estava morta. Úrsula nunca a vira assim. O céu escuro daquela manhã deu aparência desbotada e abandonada a aquele lar, mas ela o conhecia do amanhecer na primavera e dos fins de tarde no verão, quando paredes verdes e telhas vermelhas o tornavam vivo como uma macieira.

 À porta, o tio as esperava. Ríspido, frio, reto e simétrico. A mamãe e ele eram mesmo irmãos, ambos de roupas negras ficava mais claro. Tocou o chapéu, trocou palavras com a irmã. Elas entraram, ele ficou como cão guarda vigiando. Lá dentro parentes, amigos, conhecidos e penetras enchiam o primeiro andar. Toda casa não parecia ser o que um dia foi. Uma réplica, muito boa, mas uma réplica de sonho, era esta aqui. Uma faixa restringia o acesso à escada; dos retratos, só marcas nas paredes lembravam que algum dia estiveram lá. Não havia flores no vaso do hall de entrada.

 Mas nada era tão estranho quanto o novo móvel na sala das visitas. Mais comprido que alto, madeira escura brilhante, se alargava para um lado, o cheiro de flores campestres dele exalava…

 Mamãe pegou Úrsula no colo para que ela pudesse ver. Naquela caixa de carvalho, um boneco de cera coberto por um lençol de margaridas.

 Vovô.

 Lutou para descer e a mãe lhe pôs no chão. Um momento vazio, então uma corrida em disparada. Por baixo da fita e escada acima, sapatilhas pretas brilhantes estalando em cada degrau. Tinha de ser de cera, ela viu na expressão. Vovô não estava ali, naquela quietude pálida. Deixou para trás a porta do quarto de hóspedes. Dormia nele nos fins de semana, a boneca que esquecera no domingo a olhou com tanta surpresa quanto adultos lá embaixo.

 Úrsula entraria no escritório abarrotado de livros do avô e o encontraria sentado à escrivaninha, mesa bagunçada de enormes papéis de algum novo projeto. Se apenas desejar profundamente fosse o necessário, assim terminava a história.

 Mas o escritório que a menina encontrou era outro. Alguns livros já haviam sumido, levados por convidados. A escrivaninha tinha o tampo visível, um projeto finalizado e dobrado ao canto. A cadeira rangente, que ele tanto gostava, vazia. Várias horas, quase um dia, se passaram desde que ele esteve lá pela última vez.

 Alguns passos para dentro, e a menina parou no meio do tapete da sala fria, com a luz branca da janela a iluminá-la. Não era assim que as pessoas iam embora. Mamãe havia lhe contado, certo dia no jardim, quando Úrsula encontrou uma joaninha morta. “As pessoas vivem mais que os insetos.” A mãe dissera. “Primeiro elas ficam bem velhinhas, e quando não conseguem mais ver, ouvir ou falar direito, quando nem tem mais forças para andar, vão para a cama, nós dizemos adeus, e elas vão para o céu, levadas pelos anjos em um sonho.”

 Vovô não era tão velho. Ainda o restava alguns cabelos negros; sábado ele e ela tinham brincado de cavalinho. Sempre ativo, sempre trabalhando, sempre vivo. Não se despediu.

 Seus olhos nublados de lágrimas agora focavam a cadeira vazia. Aqui há de se lembrar que Úrsula estava triste, mas também era criança. Nunca a permitiram o assento de madeira, base giratória, de rodinhas e algumas ferragens quebradas. Chacoalhava como um touro brabo num terremoto, e tinham medo que a menina se machucasse. Foi até o móvel de mansinho, como quem não quer afugentar um animal selvagem, e a puxou para trás. Um rangido rabugento, seguido de solavancos de reclamação quando a criança subiu. Sentou-se orgulhosa no assento inclinado para a esquerda.

 O escritório parecia maior dali, observando as estantes do trono do rei. O olhar passando pelas lombadas dos livros, até parar em algo peculiar. A lateral da estante de trás da porta estava iluminada pelo sol.  Estranho, ela deveria estar escondida atrás da porta aberta. Lentamente, a menina desceu da cadeira e se aproximou do incomum.

 O móvel parecia ter sido arrastado para fora de sua posição. A área de trás dele era muito escura e parecia profunda. Aquilo não acabava na parede.

 Um momento de dúvida. Talvez se ela voltasse lá para baixo e explicasse o que vira para alguém, um adulto iria ver o que tinha ali no escuro. Ou talvez ela levasse umas belas palmadas por sair correndo daquele jeito. Acabou criando coragem e entrando de qualquer forma.

  Ali havia uma salinha, a entrada para uma escada em caracol que descia. A luz refletia na parede que espiralava junto dos degraus. A curiosidade venceu qualquer medo e ela desceu.

 Em algum momento, Úrsula começou a achar que a escada não tinha fim, ou atravessaria o mundo. A descida foi contínua, iluminada por lampiões estranhos, sem chama nem cheiro de óleo ou gás, apenas brilho intenso dentro da cúpula de vidro. Fios os conectavam e acompanhavam o caminho. Uma vibração, como se uma nota de violino tocada continuamente, soava cada vez mais alto.

 Quando seus pezinhos já doíam e ela pensava em desistir, a parede fez uma curva para fora e o corrimão a seguiu, os degraus alargando-se.

 Este lugar era um salão, bem decorado e iluminado por mais lampiões, que o coloriam de dourado. O teto em cúpula exibia pinturas das constelações. Paredes eram cobertas com tecidos e cortinas diversos. De formato circular, muitos cacarecos e outras maquinações haviam sido encostadas contra as paredes, para abrir uma área de circulação ao redor da peça de centro.

 E que peça curiosa era aquela. Quando Úrsula a viu pela primeira vez, pensou que era uma versão gigantesca do seu próprio relógio, deitada no chão com sua forma circular e dourada. Se aproximando, ela pode ver que a superfície da estrutura era repleta de peças diminutas, caixinhas de todos os tamanhos também na cor do ouro. Mais próxima, e vira que elas formavam uma maquete de cidade.

 Não era qualquer cidade. A pequena vila de Mirassol crescera muito na última década, mas a menina achou a avenida do bondinho com facilidade. Seguindo uma quadra, duas quadras, três… Entrava à esquerda e chegava à casa do vovô. Ou não; será que se confundiu? Olhou o mapa novamente e viu que virara na outra esquerda. De cima era tudo meio diferente.

 Depois de revistar novamente as miniaturas, encontrou a casa em que estava. Cada detalhe havia sido esculpido à mão; daquele ângulo podia ver as árvores do quintal. Tocou o telhado com toda a delicadeza, apenas para se chocar quando a peça saltou de sua base, com som metálico.

 Segurando a casinha em mãos, seu coração disparou com o sentimento de culpa. Tentou colocar o pino que surgia debaixo da fundação de volta em seu buraco, no qual parecia não encaixar mais. De tanto remexer, do espaço saiu o que estava atrapalhando – Uma fita de papel enrolado, tão comprimida que sequer se abriu ao se retirada da fenda.

 Sentando no chão, pernas cruzadas, colocou a casinha de lado cuidadosamente e desenrolou o papel. A letra formosa que ela tanto vira assinar projetos brilhava em tinta negra:

 “Minha querida,

 Sabia que você encontraria o Coração. Tive uma missão muito importante em minha vida, demais para ser perdida com a minha despedida. Não chore; tive tempo o bastante para meu bom proveito.

 Toda cidade tem um Coração – Lembra-se da história que eu contava para você dormir? Este aqui é o Coração da nossa pequena Mirassol. Ela tem muito a crescer ainda, mas o mais importante é que ela tem de viver.

 O Guardião do Coração o mantém, assim como mantém a vida daqueles habitam a cidade. Um bom Guardião mantém a pontualidade dos trabalhadores, o funcionamento das fábricas, o comércio, sinalização das ruas e outras coisas do dia a dia.

 Esta é a herança que deixo a você, minha neta. Vamos começar pelo começo: Como acordar a cidade? Como te ensinei a acordar o relógio?”

  A menina disse baixo, para si mesma “… Dando corda.”

 Um pouco confusa com aquilo tudo, olhou para o Coração novamente. Vovô queria que ela cuidasse da máquina, a garota não tinha certeza se entendia para quê ela servia.

 Colocou a casinha de volta em seu lugar, ao qual ela se encaixou com um *clic*. Andou ao redor do objeto, procurando como dar corda naquela peça enorme. Quase tropeçou no que parecia ser um pino de corda de um brinquedo gigante. Com muita dificuldade, puxou e empurrou a peça até que ela girasse em seu espaço, oito vezes como ele tinha ensinado.

 Sons mecânicos começaram a soar de dentro do Coração. Uma a uma, as janelinhas das casas se abriram, e réplicas de pessoas diminutas seguiram por trilhos seus caminhos rotineiros. Fumaça saiu da chaminé da olaria às margens do rio.

 O bondinho correu para chegar à mesma posição que sua versão real ocupava, e logo estava se enchendo de gente à caminho da avenida.

Um som chamou sua atenção. O habitante de um dos sobrados tentava abrir a porta da frente de sua morada sem resultados – Outro papel dobrado entre a entrada e o muro do jardim o impediam.  Tirando o papel, ele percorreu o seu caminho, apressado.

 Abrindo-o, outra mensagem:

  “Assim um belo dia começa. A avenida principal costuma lotar numa hora dessas. Também é a hora que a mula que puxa a carroça do senhor Domingos empaca, parando todo o trânsito. Você consegue ajuda-lo? É só um empurrãozinho.”

 Nem precisou procurar muito para encontrar. Calhambeques, carroças e carruagens estavam se espremendo atrás de um único veículo que não se movia e tomava a avenida toda. Um leve toque da menina na mulinha dourada foi o suficiente para fazê-la andar.

 De baixo da carroça saltou outro rolinho de papel.

“Você vê? Muitas das vezes, o trabalho do Guardião se resume a um empurrãozinho. Mas existem casos mais urgentes. Um telegrama importante tem de ser entregue o mais rápido o possível. Veja! O menino de bicicleta sai apressado a caminho da casa do senhor Rodrigues. Não é um caminho rotineiro! Abra caminho para ele passar. Faça o trajeto mais curto que puder.”

 A bicicleta saíra dos correios e seguia a toda pelas ruas que senhor Domingos havia trancado antes.  Ela olhou o menino e o casarão na entrada da cidade que era de Major Lins. Tocando e empurrando tudo o que via pela frente, abriu um caminho em linha reta entre o menino e a casa.

 Para o seu desespero, a miniatura de menino passo sem pensar pelos pedestres e o tráfego que se movimentava. Foram muitos empurrões para evitar um acidente. Ele chegou a salvo ao destino, com um salto mecânico saiu da bicicleta, foi até a porta, entregou o telegrama a um empregado. Voltou e atravessou o mesmo caminho na volta – mais confusão.

 Agora ele estava fora de perigo, mas olhando para a cidade podia-se ver que o nó causado no trânsito custaria a ser desfeito.

 Enquanto mexia as peças para trazer ao lugar algum semblante de organização, mais uma mensagem saltou do prédio dos correios.

“Muito bom, muito bom. Já que agora é uma Guardiã do Coração, que tal tentar algo por si só?”

 A menina sorriu. O avô havia deixado a ela uma missão e tanto, mas era algo que ele sabia que ela podia fazer. Ela podia cuidar da cidade sozinha, porque, como o vovô dizia, ela era madura para a idade.  Ela seria a melhor Guardiã que aquele Coração já teve, orgulho do avô, da mãe e da cidade.

 Será que alguém mais sabia que o título de Guardião existia?

 A princípio ela manteve tudo nos trilhos e tinindo, a mesma delicadeza com que tratava seu relógio de bolso, tratava o Coração.

 Mas então ela viu a miniatura maldita de Suzi Soares. Sentada na varanda do casarão imenso de seu pai, o prefeito, ela brincava de bonecas.

 Suzi era uma garota má. Tinha uma rodinha de seguidoras, encantadas pelas roupas que ela comprava na capital, e as histórias que ela trazia de Paris. Úrsula desconfiava que a outra nunca tinha ido à França, as histórias de máquinas voadoras pareciam estranhas demais. Ainda assim, todas as meninas queriam ser, parecer ou pelo menos se portar como Suzi.

 E ela aproveitava. Escolhia quem teria o prazer de lanchar com ela, e quem lhe devia uma boneca. Algumas faziam o dever para ela, e ela fazia outras de trouxa. Certo dia, na hora do intervalo, Suzi empurrou Úrsula de um banco para que ela e toda sua patota pudessem sentar. Quando Úrsula reclamou que seu sanduíche tinha caído no chão, a riquinha se contentou em dar outro empurrão.

 Suzi precisava de uma lição. “Farei nada demais” Úrsula pensou. “Só uma coisa para ela se lembrar.” E fitou os meninos jogando bola na rua, logo em frente ao portão do prefeito.

 Úrsula era craque na bolinha de gude, então foi só esperar o momento certo, e com um peteleco a bola dos meninos encontrou os cachos de Suzi num estrondo. Seguido do rostinho de Suzi encontrando uma poça de lama.

 A menina viva riu junto dos meninos de metal. Suzi voltou correndo para casa e não apareceu mais. Úrsula ainda estava orgulhosa quando a bolinha dourada tornou a chamar atenção. Depois do incidente com a cabeça e a lama, ela tomou rumo errante para o meio da rua, e foi parar embaixo de um calhambeque, o qual girou, acabando tudo no hidrante antes da esquina. Os meninos chegaram ali rápido, outras crianças apareceram, e logo haviam centenas de pivetes ao redor da fonte que era o hidrante aberto. Tudo enquanto o motorista tentava abrir a porta de seu veículo amassado.

 O pequeno esguicho de água na frente de um carrinho envolto de criancinhas metálicas era a forma que o Coração retratava o acidente. O trânsito parou como parara para a carroça de Seu Domingos, mas ali não havia o que mover.

 Ficando nervosa, moveu a primeira peça que pode, uma carruagem que tratou de fechar o outro lado da rua. Tentou levar o corpo de bombeiros ao lugar, mas fez o caminhão perder o controle e bater em um muro.

  Deu uns passos para trás, com os olhos cheios de lágrimas. “Não vai dar certo”, disse ao sentar no chão, antes do choro começar. Nada estava dando certo. Sem o vovô, o que ela iria fazer? Devagarzinho, a ideia de que ele não estava em algum lugar por ali, colocando as notas, começou a brotar. O boneco da sala de visitas seria mesmo o vovô, ele havia partido em viagem e não voltaria mais. Ninguém cuidaria do Coração, e, como nas histórias que ele contava para Úrsula antes dela ir dormir, a cidade não cresceria, e seria abandonada de pouquinho em pouquinho, até sobrar ninguém. E ela nada podia fazer.

 “É difícil, não é?” uma voz perguntou das escadas.

 A menina se ergueu num pulo, já pronta para a bronca por estar onde não devia. Mas ao pé da escada estava Maria, prima mais velha, que tinha toda a praticidade do pai e da tia. Já era uma moça dos seus dezesseis anos, mas Úrsula não a via como adulta ainda. Maria não era enrustida como os outros.

 “Vovô Pedro era sonhador mesmo para viver de um trabalho desses, e sem reconhecimento ou elogio. Não são muitas pessoas que sabem que o Guardião existe.” A prima disse, enquanto olhava ao redor do recinto.  “Eu não conseguiria viver assim. Ele me ensinou um monte de coisas, mas viu que não era a minha. Disse que era para eu ensinar para você, se algo acontecesse com ele.”

 Úrsula enxugava as lágrimas e prestava atenção no que a prima tinha a dizer. Maria sorria quando disse “Quero ser jornalista. Sim, a família toda vai implicar, mas vou fazer o que eu quero. Não é porque eu não sou como o vovô que sou como eles.” Ela desceu as escadas e, perto da criança, se agachou o tanto que o vestido permitia “Mas você é mais como ele, não é? Quer aprender a como cuidar do Coração?”

 “S-sim! Mas…” e Úrsula voltou a olhar o caos que havia causado na pequena Mirassol dourada, e o choro voltou.

 “Não seja por isso!” disse a prima, que foi até o grande relógio e pisou num pedal, feito pedal de piano, que fez todos os bonecos voltarem às suas devidas casas, como se o dia tivesse acabado, ou sequer começado.

 “Estava em modo de simulação.” Ela disse, “Nada aconteceu.”

“O teu tio, eu e seus outros primos vamos nos mudar para cá. Você ainda vai dormir aqui nos finais de semana, e nestes eu te ensino como o Coração funciona. Fechado?”

  Úrsula havia parado de chorar e tentava retribuir o sorriso da prima. “Fechado!” ela concordou.

 As duas se abraçaram. “Agora, Úrsula, volte para a sua mãe que ela já está preocupada! Mas posso te garantir que ela não está braba. Pode ir, que eu já vou.”

 A menina começou o caminho de volta pela longa escadaria. Maria voltou-se para o equipamento, e começou a recolher os bilhetinhos, alguns que estavam na beira do aparelho, onde a prima estivera, e outros que continuavam escondidos. Achou graça ao ver que Úrsula tinha levado pelo menos um deles.

 A letra não era exatamente igual, mas o curso de caligrafia a ajudara a copiar o estilo rebuscado do avô. Ele teria gostado da ideia. Ninguém quer partir sem se despedir.

 

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